Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Lula | A Alma Mais Honesta do Brasil

Lula A Alma Mais Honesta do Brasil

O Criminoso Paz e Amor? Luiz Inácio Lula da Silva, o “Lulinha Paz & Amor”, voltou ao poder em 2023 com o mesmo sorriso e discurso de união. Mas por trás da máscara há uma sombra: crimes, condenações e suspeitas que desafiam sua “alma.Mas será que o Brasil conhece o verdadeiro Lula? Quem é ele de fato? E o que sua história revela sobre o país que, mais uma vez, o escolheu?Continue lendo para descobrir a verdade por trás do Paz & Amor. Os Crimes que Ele Quer que Você EsqueçaLula foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro. No caso do tríplex do Guarujá (2017), levou 12 anos e 1 mês por embolsar R$ 2,2 milhões da OAS via Petrobras. No sítio de Atibaia (2019), mais 12 anos e 11 meses por R$ 1 milhão em reformas bancadas por OAS e Odebrecht. Preso em 2018, passou 580 dias na cadeia até o STF anular tudo em 2021 — não por falta de provas, mas por tecnicidades e prescrição. O Mensalão escancarou a compra de votos no Congresso com dinheiro sujo. E as denúncias não param: Marcos Valério liga Lula ao PCC em financiamentos de campanhas do PT em 2002, enquanto delatores apontam até o assassinato do prefeito Celso Daniel. Coincidência demais, não? O Milagre do RebrandingComo um ex-grevista barbudo, rejeitado por 70% dos brasileiros em três eleições (1989, 1994, 1998), virou presidente? Marketing genial. Em 2002, Duda Mendonça trocou a raiva de Lula — que já elogiou o “fogo” de Hitler em 1975 e disse “até eu tenho o direito de matar” — por um “Paz e Amor” de terno e voz mansa. Promessas simples, imagem polida: igual a Coca-Cola repaginando a lata, mas sem mudar o conteúdo. Deu certo. O PT aprendeu que, no Brasil, aparência vende mais que verdade. Psicopatia ou Estratégia?A psicologia política sugere que líderes carismáticos muitas vezes escondem traços sombrios: frieza, manipulação, cálculo. Lula fits the bill? Ele defendeu ditaduras (Cuba, Venezuela, Líbia), usou a morte da esposa como palanque e transformou condenações em vitimização. Cair e voltar ao topo é resiliência ou um jogo frio? Estudos dizem que esses perfis brilham onde o povo, exausto e faminto, troca realidade por esperança barata. O Brasil Paga o PreçoEm 2002, o PT despejou milhões — boa parte em caixa dois, segundo delações — para emplacar Lula. Depois veio João Santana: R$ 10 milhões ilícitos em 2006, mais milhões em 2010 e 2014 para eleger Dilma. O resultado? Mensalão, Petrolão, crise econômica. Agora, em 2025, Lula está de volta, mas a pobreza sobe, o crime explode, e ONGs próximas ao PCC se reúnem com seu governo. Você acredita em tantas “coincidências”?E Você, Leitor?Lula é o herói que o marketing vendeu ou o criminoso que a justiça quase pegou? A escolha de engolir a narrativa ou desmascará-la é sua. Deixe seu comentário abaixo ou junte-se ao debate com #politicomarginal e #políticomarginal. O Brasil só muda quando paramos de comprar ilusão.

Alagoas 2026: Quem Vai Mandar no Tabuleiro?

politica brasileira

Você já parou para observar o cenário político de Alagoas? Eu acompanho alguns detalhes, quase como quem estuda um jogo de xadrez. Vivo em Maceió, respiro esse movimento e estou me preparando para atuar nas eleições de 2026. Minha missão é clara: entender as estratégias, acompanhar os passos e compartilhar com você o que está em jogo. Quer saber quem pode dominar esse tabuleiro? Então me acompanhe nessa análise. Depois das eleições de 2024, o clima político em Maceió ficou evidente. JHC, do PL, conquistou 83,25% dos votos para prefeito — uma vitória expressiva. Com uma gestão marcada por obras, impulso ao turismo e diálogo direto com os cidadãos, ele agora aponta para o governo estadual. Mas a disputa não para aí. Davi Davino Filho, do PP, e Renan Calheiros, do MDB, estão na briga por uma vaga no Senado, cada um com suas armas. JHC aproveita o crescimento da onda conservadora — vale lembrar que Maceió foi a única capital do Nordeste onde Bolsonaro teve destaque em 2022. Alinhado ao PL, ele segue firme. Renan Filho, com 12% para governador segundo a pesquisa Falpe de março de 2025, e Renan Calheiros, com 19% para o Senado, buscam manter a influência no interior, onde o MDB ainda tem raízes. Já Davi Davino Filho se apoia na força do pai, vereador conhecido, e na parceria com JHC para se posicionar como renovação. Preste atenção neste dado: em janeiro de 2025, a pesquisa INAPE mostrou Michelle Bolsonaro com 45% das intenções para presidente em Maceió, contra 31% de Lula. Isso reflete o apetite da direita por aqui — e JHC sabe disso. Na capital, ele domina: Rafael Brito, do MDB, ficou com 12,74% em 2024, e Lenilda Luna, da UP, com apenas 2,05%. No interior, os Calheiros ainda resistem. Enquanto isso, o PT, com Paulão a 7% para o Senado, tenta reacender o apoio lulista, mas enfrenta dificuldades. A disputa tem ritmo. JHC investe em visibilidade — lives, entregas de obras, alianças nacionais. Renan Filho foca no contato direto onde ainda tem eleitores fiéis. Davi acompanha o embalo do aliado forte. Os números impressionam: JHC lidera com 70% para governador em Maceió, conforme a Falpe. Mas os Calheiros têm história, e Davi traz fôlego novo. As estratégias são sutis: JHC destaca “gestão eficiente”, os Calheiros apostam em “experiência”, Davi sugere “mudança”. O tabuleiro está apenas se aquecendo para 2025, e 2026 promete. Então, quem vai mandar em Alagoas? A direita, que ganha força na capital? O MDB, que segura o interior? Ou o PT, que ainda busca uma virada? Eu acompanho tudo de perto, pronto para entrar nesse jogo quando chegar o momento. E você, o que prevê? JHC no governo? Os Calheiros no Senado? Deixe seu palpite nos comentários — quero entender sua visão! Cledson Barbosa, estudante de Publicidade e Propaganda

Compromisso com a Lei

Constituição e a Luta contra a Marginalidade Política The Constitution is not just a legal document, but a tool in the struggle for inclusion and the overcoming of political marginalization. It is through it that we can build a more just and democratic society, giving a voice to those who have historically been silenced.– Cledson Barbosa, em reflexão sobre Constituição e Marginalidade Política. O Brasil vive um cenário onde a política, que deveria ser um instrumento de transformação social, se tornou refém de interesses próprios. Respeito a Constituição e as leis, mas não posso ignorar que elas foram moldadas para beneficiar quem está no topo, deixando o povo à margem. No meu hub, cledsonbs.com/hub, meu objetivo é claro: expor essa realidade, simplificar o entendimento da política e mostrar como podemos, juntos, lutar contra essa marginalidade política que domina o país. A Contradição da Constituição A Constituição de 1988 foi um avanço, mas carrega interesses políticos que garantem privilégios e dificultam mudanças reais. O problema não está só no texto, mas em como ele é aplicado. Os poderosos usam a democracia como escudo para seus interesses, enquanto o povo fica de fora, sem entender o jogo. No meu hub, cledsonbs.com/hub, eu trabalho para trazer clareza e desmascarar essa complexidade proposital do sistema. O Que é Marginalidade Política? Marginalidade política vai além da corrupção. É a cultura de impunidade, os acordos de bastidores, o uso do dinheiro público para fins pessoais e a perpetuação do poder nas mãos de poucos. No Brasil, ser marginal na política não é estar fora da lei, mas viver na zona cinza onde a lei protege os influentes e pune os desprotegidos. A população, que deveria ser protagonista, é excluída. No cledsonbs.com/hub, explico isso de forma simples e direta. #politicomarginal e #políticomarginal Não basta reclamar; é preciso agir. Por isso, lanço as hashtags #politicomarginal e #políticomarginal como um chamado à ação: Acompanhe essas discussões no meu hub, cledsonbs.com/hub, e use as hashtags para expor o que acontece nos bastidores do poder. O Que Podemos Fazer? A mudança começa com o conhecimento. Entender a política e como a lei é manipulada é o primeiro passo. Meu hub, cledsonbs.com/hub, foi criado para simplificar, expor e preparar quem quer transformar essa realidade. Pergunto: você está pronto para enxergar a política como ela é? Se sim, visite o hub, compartilhe este conteúdo e junte-se a mim nessa luta com as hashtags #politicomarginal e #políticomarginal. A marginalidade política só será superada com pressão popular e reformas simples e justas. Conectado ao meu livro “A Vida é Mais Simples do Que Você Imagina”, acredito que simplificar a política é o caminho. No cledsonbs.com/hub, você encontra ferramentas para essa transformação. Junte-se a mim! Inscreva-se na newsletter em cledsonbs.com/hub ou compartilhe #politicomarginal e #políticomarginal para amplificar essa causa. Cledson Barbosa, estudante de Publicidade e Propaganda 

Marketing Político & Publicidade

CONTATO

Be prepared for the future

© 2023-2025 BSMarketing Digital | Hub CledsonBS - Todos os direitos reservados.

plugins premium WordPress